domingo, 15 de setembro de 2013

ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA


Estudo da Doutrina Espírita
 
Como já dissemos, os próprios seres manifestantes dizem que são Espíritos ou Gênios e que alguns deles, pelo menos, foram homens que viveram na Terra; constituem o mundo espiritual, como nós, na vida, constituímos o mundo corpóreo. Damos aqui, em poucas palavras, os pontos principais da doutrina que nos transmitiram, no propósito de mais facilmente responder a certas objeções dos incrédulos.
“Deus é eterno, imutável imaterial, único, todo-poderoso, soberanamente justo e bom.”
“Criou o universo, que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais.”
“Os seres materiais constituem o mundo visível  ou corpóreo e os imateriais o mundo invisível  ou espírita, isto é, dos Espíritos,”
“O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno preexistente e sobrevivente a tudo.”
“O mundo corpóreo é apenas secundário; poderia deixar de existir ou jamais ter existido, sem que se alterasse a essência do mundo espírita.”
“Os Espíritos revestem-se temporariamente de um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes devolve a liberdade.”
“Entre as várias espécies de seres corpóreos, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação de Espíritos já chegados a um certo grau de desenvolvimento; e é isto que lhes dá superioridade moral e intelectual sobre todos os outros.”
“A alma é um Espírito encarnado cujo corpo é apenas um envoltório.”
Há no homem três coisas:

1º) o corpo ou ser material;

2º) a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 

3º) o laço que une alma e corpo: 
o Perispírito que é o princípio intermediário entre a Matéria e o Espírito.
Esse “laço” é uma espécie de envoltório semi-material. A morte é a destruição do envoltório mais grosseiro; o Espírito conserva o outro, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós, mas que, acidentalmente, pode tornar-se visível e mesmo, tangível, como é o caso nos fenômenos das “aparições”.

 
“Trecho extraído do Livro dos Espíritos”
 
 
 

domingo, 1 de setembro de 2013

ORAI E VIGIAI




Jesus aconselhou-nos a orar e vigiar. Há uma interpretação habitual deste conselho que entende orar como recitar preces decoradas e vigiar como estar desperto a orar.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo explica-se a óptica espírita acerca deste conselho de Jesus. Orar é entrar em contacto com o mundo espiritual, para pedir, louvar ou agradecer. Vigiar é tomar atenção à nossa própria conduta, tentando corrigir defeitos e apurar qualidades.
A oração não é uma troca de favores com Deus. É um pedido de inspiração e apoio perante os desafios da vida terrena, louvor e agradecimento dessa ajuda que Deus sempre concede a quem a pede com fé e humildade.
Orando, predispomo-nos a receber essa ajuda.
Cada um dirige as suas orações a quem tem devoção. Perante Deus o que conta é a sinceridade, e nada importa a religião de cada um, a forma que dá às suas preces ou a entidade a que se dirige.
Os Benfeitores Espirituais estão ao serviço de Deus e apoiam-nos incondicionalmente, cumprindo-lhe os desígnios.
Ao orarmos podemos usar palavras nossas, simples, vindas do coração.
Não devemos dirigir as nossas preces, como algumas pessoas fazem, aos nossos familiares falecidos, porque estes podem não nos poder ajudar e ficam, naturalmente, preocupados.
Dirigir as nossas preces aos Bons Espíritos, a Jesus, a Deus, é indiferente. Os Espíritos evoluidos não fazem distinções desse tipo, e muito menos as fará Deus.
A leitura de uma página do Evangelho, ou de O Evangelho Segundo o Espiritismo (que é uma leitura comentada do Evangelho), em ambiente calmo, a prece singela de louvor, pedido ou reconhecimento, são hábitos salutares para quem tenta seguir os ensinamentos de Jesus de Nazaré.




CENTRO ESPÍRITA LUIZA DE ABREU ANDRADE




quarta-feira, 31 de julho de 2013

REUNIÃO TAREFEIROS DA CASA

 
ATENÇÃO TAREFEIROS DA CASA
 
 
A REUNIÃO E ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL PARA TODOS OS TRABALHADORES DO CENTRO, ACONTECERÁ NO DIA:
 
01/09/2013 às 15:00 HS
 
 
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS !!!
 
FIQUEM COM DEUS.
 
CENTRO ESPÍRITA LUIZA DE ABREU ANDRADE
 
 
 

sábado, 20 de julho de 2013

A DOR NUMA VISÃO DIFERENTE

 


Adésio Alves Machado

 Crer que pode fugir da dor, libertar-se da dor, esquecer-se da dor é uma manifestação atavicamente entendida na vida da grande maioria da humanidade. Porque, também, é uma atitude por demais simplista, acomodatícia que não oferece solução ao magno problema que assinala o ser humano.  Orando, preceituam muitas das religiões vigentes no Cristianismo, encontrar-seiam a liberação das águas tempestuosas do sofrimento. Na prece seria encontrada a liberação pura e simples da tumultuosa dor, como se a Providência Divina exercesse o papel de acumular solicitações para de imediato atendê-las indiscriminadamente, longe de analisar a questão profunda do mérito e do demérito.
 Há, ainda, os vinculados às correntes materialistas ou científicas, cujo caráter se acha entorpecido pela descrença na vida imortal, e assim, julgam-se capacitados a anular o passado culposo e suficientemente fortes para libertar os infratores, dispensando-lhes de responder pelos delitos contra a Perfeita Lei.
 Por esses o prazer é buscado avidamente, sem que, no entanto, logrem atender a sede do gozo, fugindo, então, para os escorregadios labirintos das drogas enlouquecedoras, procurando, através delas, a exaltação da felicidade a que se julgam merecedores usufruir.
 Contudo, a dor continua imperturbável, ela que é a servidora da alma, sacudindo e despertando as mentes, no afã de realizar aquilo que é divino - a manutenção do equilíbrio da Lei.
 Emerge ela aqui e ali, com mil aparências, mas sempre mostrada numa identidade que muitos poucos ousam escutá-la e procuram entendê-la.
 Para encará-la surgiu em épocas remotas o estoicismo, tendo como ponto básico de apoio o desprezo pelos bens terrenos, o qual, aliado ao culto das virtudes promoveria o equilíbrio do homem, valorizando-o e potencializando-o para vencer a dor, pois desta forma, poderia enfrentá-la com nobreza e fé.
 Sócrates foi um exemplo de estoicismo, quando encarcerado após vil julgamento, preconizava, mesmo da prisão, o cultivo da moral e da virtude como únicos meios para se transpor o acúleo da dor.
 O pobrezinho de Assis, Francisco, experimentou zombaria, humilhações mil, porém manteve a força pulsante do amor em seus atos e palavras exercitando as virtudes cristãs, nunca deixando de bendizer a dor.
 As Vozes encarceraram Joana D’Arc, e ela, estimulada pelos Veneráveis amigos espirituais, que nunca deixaram de conduzi-la pacientemente, suportou a dor do cárcere, o opróbrio e após infamante julgamento, foi mais uma a morrer queimada, mas chamando por JESUS, crendo nEle, com isso superando a dor.
 Afirma soberana Joanna de Ângelis que a dor é moeda de resgate, exercício para fixação do bem e alta concessão divina.
 Vivesse o homem ausente da dor ignoraria a paz, não levaria em consideração a necessidade da alegria e maldiria a saúde, perdendo, desta maneira, a inestimável oportunidade de exercitar lições para que o bem fizesse morada definitiva em sua tela mental.
 Estejamos onde estivermos, na cadeira de rodas; nos tormentos morais; nas limitações dos objetivos; nas sombrias convivências familiares, sociais e trabalhistas; diante da dor no corpo, na mente e na alma, onde queime a brasa da dor, esforcemo-nos por agradecer a DEUS o ensejo de reaprender e reparar. Não deixemos nunca de considerar que, enquanto a dor nos queima, milhares, milhões de irmãos em humanidade lançam-se desabridamente pelos estreitos caminhos da irresponsabilidade, conduzidos pela loucura do gozo insaciável. Acalmemo-nos, mesmo que a dor esteja nos vergastando.
 O Amigo Incondicional de todas as horas, JESUS, elegeu a dor como a companheira de seus dias terrenais e aproveitou, através dela a nos deixar um precioso ensino, sem nunca recorrer ao verbalismo nem à retórica, mostrando que se pode ser feliz em todos os instantes, sem nunca deixar de exaltar o amor e a bondade como roteiro de iluminação.
 Amesquinhado, com o céu particular carregado de nuvens sombrias, carregando preocupações, diante de angústias ultrizes levantemos a cabeça e tornemos nossas mãos em asas de amor e paz e com elas, através do trabalho no bem, louvemos ao Senhor da Vida, para que, assim, um dia alcemos vôo às Regiões da libertação plena após resgatarmos as nossas dívidas na contabilidade divina.
 Recebamos, pois, a dor com alegria, com amor e nunca descoraçoemos nem entremos em desvario.

Apoio Joanna de Ângelis - livro “Dimensões da Verdade”
Psicografia de Divaldo Pereira Franco.
(Artigo publicado originalmente no Jornal Espírita de Pernambuco – maio de 1999)




quinta-feira, 11 de julho de 2013

DOUTRINA ESPÍRITA

 


“O Espiritismo, partindo das próprias palavras do Cristo, como este partiu das de Moisés, é consequência direta da sua doutrina.”
 
“À ideia vaga da vida futura, acrescenta a revelação da existência do mundo invisível que nos rodeia e povoa o espaço, e com isso precisa a crença, dá-lhe um corpo, uma consistência, uma realidade à ideia.”
 
“Define os laços que unem a alma ao corpo e levanta o véu que ocultava aos homens os mistérios do nascimento e da morte.”
 
“Pelo Espiritismo, o homem sabe donde vem, para onde vai, por que está na Terra, por que sofre temporariamente e vê por toda parte a justiça de Deus.”
 
“Sabe que a alma progride incessantemente, através de uma série de existências sucessivas, até atingir o grau de perfeição que a aproxima de Deus.”
 
“Sabe que todas as almas, tendo um mesmo ponto de origem, são criadas iguais, com idêntica aptidão para progredir, em virtude do seu livre-arbítrio.”
 
“Que todas são da mesma essência e que não há entre elas diferença, senão quanto ao progresso realizado.”
 
“Que todas têm o mesmo destino e alcançarão a mesma meta, mais ou menos rapidamente, pelo trabalho e boa vontade.”
 
“Sabe que não há criaturas deserdadas, nem mais favorecidas umas do que outras.”
 
“Que Deus a nenhuma criou privilegiada e dispensada do trabalho imposto às outras para progredirem.”
 
“Sabe que não há seres perpetuamente votados ao mal e ao sofrimento.”
 
“Que os que se designam pelo nome de demônios são Espíritos ainda atrasados e imperfeitos, que praticam o mal no espaço, como o praticavam na Terra, mas que se adiantarão e aperfeiçoarão.”
 
“Sabe que os anjos ou Espíritos puros não são seres à parte na criação, mas Espíritos que chegaram à meta, depois de terem percorrido a estrada do progresso.”
 
“Que, por essa forma, não há criações múltiplas, nem diferentes categorias entre os seres inteligentes, mas que toda a criação deriva da grande lei de unidade que rege o Universo e que todos os seres gravitam para um fim comum que é a perfeição,  sem que uns sejam favorecidos à custa de outros, visto serem todos filhos das suas próprias obras.”
 
A Gênese – Allan Kardec
 
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PALESTRA MUSICAL - PAULA ZAMP




AMIGOS,

NÃO PERCAM A MARAVILHOSA

PALESTRA MUSICAL

QUE TEREMOS EM NOSSO CENTRO,

DIA 10/07/2013 (QUARTA-FEIRA) ÀS 20:00 HS,

COM A CANTORA E PALESTRANTE ESPÍRITA

PAULA ZAMP

ESPERAMOS A PRESENÇA DE TODOS !!!


FIQUEM NA PAZ DE DEUS.

CENTRO ESPÍRITA LUIZA DE ABREU ANDRADE